segunda-feira, 23 de abril de 2018

Dia Mundial do Livro

O dia 23 de abril é dedicado a S. Jorge e é Dia Mundial do Livro.

O dia foi instituido em 1995, pela UNESCO, para encorajar, sobretudo dos jovens, a lerem mais.
Neste dia, assinala-se a morte de dois grandes nomes da escrita a nível mundial: William Shakespeare e Miguel Cervantes.
Em Espanha, há a tradição de se oferecerem rosas vermelhas (alusivas à lenda de S. Jorge) e livros. As primeiras são dadas pelos rapazes às suas namoradas, que retribuem com os segundos.
Para assinalar a data, estivemos a analisar este texto de José Jorge Letria, que retrata bem a sua importância.

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Retirado: https://saladosamiguinhos.blogs.sapo.pt/dia-mundial-do-livro-105956

o dia foi dedicado à leitura e ilustração de fábulas...


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Pequenos Leitores...





 


Os alunos do 3º e 4º ano de escoalridade dão provas de pequenos leitores preocupados com questões ambientais...
Após a leitura os alunos partilharam mensagens ...
"deixem o nosso planeta bem melhor... "

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Concurso Nacional de Leitura - fase concelhia

Concurso Nacional de Leitura



 A nossa aluna...
momentos que antecedem a  prova na Biblioteca Municial Raul Brandão

















enquanto aguardam os resultados... visitam o arquivo municipal


O empenho, o entusiasmo e a vontade de vencer estavam gravados no rosto dos nossos participantes.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Dia Internacional do Livro Infantil 2018


O Dia Internacional do Livro Infantil é um evento internacional comemorado, desde 1967, no dia 2 de abril, em função da data em que nasceu o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, em 1805. Chama-se assim a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.



retirado: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/2089.html (2 de abril de 2018)

quarta-feira, 28 de março de 2018

Concurso Nacional de Leitura 2º Fase

retirado  do regulamento do concurso nacional de leitura 2018 - 2ª fase

"...a realizar na Biblioteca Municipal Raul Brandão, Guimarães, no dia 18 de abril de 2018 (quarta-feira), às 13h30."

Anexo I – Programa – 18 de abril 2018
 13h30 – Chegada à Biblioteca Municipal Raul Brandão para identificação dos alunos, chamada e distribuição pelos locais da prova escrita
 13h45/14h15 – Realização da prova escrita por parte dos alunos de todos os níveis de ensino
 14h20 – Visita ao Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
 15h00/16h00 – Divulgação dos 3 finalistas por nível de ensino e prova oral (1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário)
 16h00-16h15 – Lanche
 16h15 – Divulgação dos resultados e entrega dos prémios
 16h30 – Encerramento da iniciativa

quinta-feira, 22 de março de 2018

Dia Mundial da água


No dia 22 de março - o Dia Mundial da Água, a gotinha de água apresentou todo o seu ciclo, pretendeu-se sensibilizar a para a importância deste recurso vital, a necessidade de preservarmos e pouparmos um bem que é de todos.





quarta-feira, 21 de março de 2018

Poesia vai à rua..


No Dia Mundial da Poesia saiu dos portões da escola e levar a poesia ao centro da cidade de Guimarães.
(...)
A atividade "Poesia vai à rua" teve como objetivo, levar a poesia para a rua de forma arrojada permitindo uma maior aproximação e interação com o público.

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http://saladosamiguinhos.blogs.sapo.pt/a-poesia-saiu-a-rua-100191

segunda-feira, 12 de março de 2018

semana da leitura - ilutrador Sebastião Peixoto


Sebastião Peixoto conversou sobre o seu trabalho de ilustrador, respondendo às curiosidades dos alunos, e deixou obras de arte espalhadas pelas escolas do 1º ciclo do agrupamento.




A obra que esteve na origem da preparação da visita do ilustrador foi o seu mais recente trabalho    “O rapaz sem orelhas de burro”, da autoria de João Manuel Ribeiro, editado pela Opera Omnia.


Desvendar os bastidores da ilustração foi uma agradável descoberta.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Uma semana dedicada aos livros e ao prazer de ler...

Wook.pt - O Rapaz que Vivia na TelevisãoA Gota de Água 


Era uma vez uma pequena gota de água. Arredondada, transparente, silenciosa, parecia uma lágrima caída duns olhos tristes naquela rocha da beira – mar.

Viu-a uma gaivota e perguntou-lhe – Que fazes tu aí?
- Estou perdida. Só me apetece chorar…
- Ora – troçou a gaivota – porque não experimentas antes voar? – e, batendo as asas, afastou-se.
Pelas rochas íngremes subiu então um caranguejo, que ao dar com ela, exclamou: - Olá! Porque não vens daí brincar às escondidas?
- Estou pousada num buraco, não consigo rolar…
Veio em seguida um menino com um balde cheio de búzios, conchas, pulgas do mar.
- Oh, uma gota de água! Vou apanhá-la! Tocou-lhe com um dedo e logo a gota, de tão leve, se lhe colou.
Ao sol brilhava como um espelho muito polido, luzia, luzia, luzia. Como podia ser bonita um gota de água? O menino esqueceu-se do balde, das conchas, dos búzios e ficou de dedo muito esticado a mirar a gota.
Mas, à medida que a fixava, ela ia ficando mais pequenina, mais pequenina, mais pequenina até que desapareceu.
A gota, aflita, viu-se ir pelos ares, tão ligeira como um sopro de vento, e quando deu por si estava muito bem instalada numa nuvem branca, tal e qual um maço de algodão.
- Como é que cheguei até aqui? – Perguntou ela a uma das mil e uma companheiras que estavam a seu lado.
- Foi o sol que te evaporou, que te secou. Ficaste leve como o ar e assim subiste até cá.
Todo o dia brincavam as nuvens no céu! Mascaravam-se de cordeiros brancos, de coelhos felpudos, de cavalos galopantes. E só quando estavam cansadas de corridas e cabriolas se estendiam ao comprido como um lençol, muito esticadinhas, a dormir.
Mas a certa altura, eram tantas as nuvens, tantas e tão espessas que não havia no céu mais lugar para brincadeiras. Sentiam-se apertadas como sardinhas em lata e, mesmo assim, cobriam o horizonte. De brancas passaram a cinzentas, cinzentas quase negras de tão cinzentas. Pareciam agora uma manta do escuro fumo das fábricas. Abafavam o sol, punham toda a terra numa fria escuridão. Tiritando, encolhiam-se as gotas de água, tremelicando até que
Plim 
plim 
plão
Chuva de molha tolos eram aqueles chuviscos que borrifavam as ervas, as flores, as árvores, a gente que ia passando. Mas logo os salpicos começaram a engrossar, a chuva batia como um açoite, escorria pelos telhados, pelas copas das árvores, encharcava os campos, punha a terra num lodaçal.
Já nada a comportava. As vertentes dos montes eram grandes escorregas por onde as águas se precipitavam sem parança, correndo, correndo.
Plim 
plim 
plão
Vou sumir
No chão
E muitas gotas eram chupadas pelas profundezas da terra
Plim 
plim 
plão
Vou correr
Pelo chão
Enquanto outras formavam regos, regatos, ribeiros, fios de água que, de monte em monte, de vale em vale, se iam precipitando nos rios. Seguia a nossa gota pelo rio, largo, fundo rio Tejo onde os grandes barcos vêm aportar e de repente… viu-se no mar. Andava nos carrocéis das ondas, enfeitados de espuma, escondia-se nos jardins de algas, rodopiava com as sardinhas gaiatas e prateadas. Muito tempo andou pelo mar alto, até que um dia se lembrou de voltar à praia. Montou numa onda e
Zás   Catrapás
Já cá estás!
Foi salpicar os meninos que jogavam à bola na praia. Os corpos bronzeados brilhavam com a água. As gotas pareciam alegres pérolas de luz. Contudo, o sol não se esqueceu delas. Tanto as aqueceu que as evaporou.
Plim
plim 
plim
Ai de mim
Já fui mar
E agora
Vou pelo ar.
De novo a gotinha de água subiu para o céu. Mas desta vez os meninos estavam tão entretidos a jogar à bola que nem deram por isso.


 Luísa Ducla Soares, “ A Gota de Água”,  in O rapaz que vivia na televisão e outras Histórias

quinta-feira, 8 de março de 2018

Pequenos leitores...

Os nossos pequenos leitores...
                                          agora que já sabem ler,                                                                                                 fazem com muito prazer.
Boas leituras
1º ano de escolaridade